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Sobre nós.

     O Me Diz a Verdade é um projeto desenvolvido por acadêmicos do curso de Jornalismo da Unisul de Florianópolis/SC. Tem como foco principal abordar a relevância do tema “fake news" nas eleições em 2022. Nossos objetivos são informar o público sobre as consequências da propagação de mentiras em massa; conscientizar sobre a importância da apuração dos fatos e apresentar conceitos como pós-verdade e demais informações relevantes sobre as eleições de 2022 para os eleitores. 

     Em nossas redes sociais você pode encontrar conteúdos exclusivos. Em nosso podcast no Spotify, você encontra entrevistas com especialistas no assunto e em nosso TikTok, conteúdos informativos para jovens eleitores. E vamos de informação!

"O ser humano é tão apaixonado pelo sistema e pela conclusão abstrata, que é capaz de fazer-se de cego e surdo somente para justificar sua lógica."

 Fiódor Dostoiévski

O que é fake news?

Como uma mentira é construída?

     Fake news é a disseminação de informações falsas, com a intenção de ludibriar, enganar e/ou influenciar a opinião alheia, geralmente difundida na internet, em redes sociais como Facebook, WhatsApp, Instagram e outros.

     Infelizmente o uso do termo fake news acabou se tornando algo blasfematório, muitas vezes não utilizado com a devida importância. Visto que se trata de um termo em inglês, as pessoas têm dificuldades de relacionar com o seu real significado: a mentira. Legitimando este pensamento, Gilmar Lopes, criador e checador de fatos do site E-farsas em entrevista ao podcast “Caçadores de fake news - Esquadrão Curioso”, afirma que o termo “fake news” acabou virando algo pejorativo, como se quando a notícia não agradasse seria uma fake news, mas o verdadeiro sentido é de desinformação, uma notícia sem comprovação. 

     Compreende-se que a mentira vem desde o surgimento do homem como o conhecemos, por volta de 350 a.c., Aristóteles já estudava sobre a persuasão, afirmando que esta dependia de três variáveis, Logos (a lógica do discurso), Pathos (as emoções invocadas) e o Ethos (o comportamento do orador). Assim, para que uma pessoa seja persuadida a acreditar em uma informação, mesmo que mentirosa, é fundamental que o emissor da desinformação transite bem por estes conceitos.  Percebe-se que a mentira está presente na sociedade de forma irredutível, mas o que nos leva a este tsunami de desinformação que vivemos é o avanço tecnológico, onde a internet permite que informações sejam propagadas a todo instante, para o mundo inteiro e sem filtragem de veracidade. 

 

     A existência e replicação de fake news já sabemos que vem desde a antiguidade, mas a popularização da palavra, veio somente em 2016, quando o termo foi muito usado nesse período por conta da saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit. Durante as eleições presidenciais dos EUA, Donald Trump também passou a usar esse termo para notícias que não lhe agradavam. Posteriormente, no Brasil durante as eleições de 2018, o termo circulou na mídia e na boca do povo em razão da grande disseminação de notícias falsas que passaram a circular com intenção de confundir e enganar os eleitores.

     As fake news tornaram-se nos últimos anos, um risco a democracia, pois a propagação de notícias falsas, mesmo que comprovadamente errôneas, tem o poder de afetar a percepção dos indivíduos sobre assuntos, situações e pessoas. Além disso, conforme vimos no Brasil nos últimos anos, a disseminação de mentiras pode também colocar em risco a saúde pública.

O que é pós - verdade?
 

Segundo a definição do dicionário Oxford, pós-verdade é “algo que denota circunstâncias nas quais fatos objetivos têm menos influência para definir a opinião pública do que o apelo à emoção ou crenças pessoais”.

     O filósofo Mario Sérgio Cortella, define o termo pós-verdade como “a relativização do conceito do que é verdadeiro, não a partir daquilo com que é comprovado com a realidade, mas a partir das convicções que a pessoa tem”.

     Em 1992, Steve Tesich, dramaturgo estadunidense, empregou pela primeira vez o termo pós-verdade. Na época, em uma coluna para a revista semanal The Nation, Tesich fez uma correlação entre o incidente Watergate (escândalo que levou à renúncia do então presidente dos EUA, Richard Nixon), com acontecimentos posteriores à Guerra do Vietnã. Em seu texto, o autor relatava que o escândalo Watergate fez com que a população dos EUA, cansada e envergonhada de ver o país em meio a tanta confusão, não desejasse mais consumir más notícias. Criar um clima de tranquilidade era mais importante, não importando se as informações eram verdadeiras. Dessa forma, a pós-verdade, deveria esse ambiente em que a população sente prazer em consumir as informações relativas ao país, mesmo que essas informações sejam falsas.

     Na época, o autor definia pós-verdade como uma espécie de inclinação social em que a verdade saia do centro das discussões.

     O termo foi utilizado novamente apenas em 2004, pelo escritor americano Ralph Keyes que intitulou seu livro como “The Post-Truth Era: Dishonesty And Deception In Contemporary Life (A Era da pós-verdade: Desonestidade e Decepção na Vida Contemporânea). Na obra, o autor destaca como a mentira está presente e banalizada na nossa sociedade. Ele alerta que existe um exercício de racionalização da mentira e uma fuga do termo "mentiroso". Keyes ironiza: “cada vez mais, as pessoas erram mais, são mais mal interpretadas, fazem um mal julgamento, mas nunca 'mentem'. Assim, a mentira é levada adiante, até se tornar uma ‘pós-verdade’”.

O dicionário de Oxford, elegeu em 2016, "pós verdade" como a palavra do ano.

     

     Se você ainda tem dúvidas sobre o que é a era da pós-verdade, a jornalista Mariana Barbosa, estudiosa da disseminação de notícias falsas e manipulação da realidade na internet, em entrevista à Revista Educação, nos dá um bom exemplo prático sobre o que é pós-verdade. Segundo ela, “não importam as evidências de que a Terra é redonda, os aviões e navios que comprovadamente partiram, deram a volta ao planeta com escalas e chegaram, pelo outro lado, ao mesmo lugar. O importante é a verdade individual, a minha verdade, a verdade que desmente o fato comprovado. Em resumo, a pós-verdade. A onda é a de não analisar mais nada; apenas emitir opinião, seja ela qual for e de qualquer maneira”.

     Mas não confunda fake news e pós-verdade com uma simples mentira, o psicanalista Christian Dunker destaca que: “...alguns consideram que o discurso da pós-verdade corresponde a uma suspensão completa de referência a fatos e verificações objetivas, substituídas por opiniões tornadas verossímeis apenas à base de repetições, sem confirmação de fontes”. Mas ainda, segundo o pesquisador, o fenômeno é mais complexo que isso. Ele é cuidadosamente calculado e envolve uma combinação de: observações corretas, interpretações plausíveis e fontes confiáveis.

 

     Resumindo, a verdade torna-se algo secundário, não existe a intenção de propagar fatos objetivos, mas apenas a versão que melhor corrobora uma determinada visão de mundo, independente de qual seja a verdade. 

Qual a importância
de falar sobre
fake news
em 2022?

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     A propagação de fake news vem crescendo em todo o mundo. No Brasil, as eleições presidenciais de 2018 comprovaram que as pessoas apresentam facilidade em acreditar nas notícias que coadunam com seus pensamentos e ideologias, sem necessariamente terem qualquer preocupação com a veracidade das informações compartilhadas, principalmente através do Whatsapp e Telegram. É importante que a sociedade compreenda o papel do jornalista na apuração e checagem dos fatos, para que possam eleger governantes com base em informações verdadeiras. 

     É imprescindível falarmos - e admitirmos - a existência de uma grande quantidade de notícias falsas nas redes, o que pode afetar inclusive os resultados das eleições em 2022. Sobre esse assunto, Carlos Afonso Souza, professor da UERJ, em entrevista ao podcast Café da Manhã da Folha de São Paulo, afirmou que teremos um grande volume de mensagens e informações que requisitarão ações de moderação de conteúdo. Especialmente porque as eleições de 2022 apresentam novos elementos, como abrangentes ecossistemas de desinformação, conteúdos produzidos fora das redes sociais e distintas ferramentas de produção presentes dentro das próprias redes.

     É inegável como as fake news podem prejudicar nossas vidas, sobretudo, quando as mentiras estão relacionadas à saúde e bem estar da população. Presenciamos isso no Brasil, pois desde o início da pandemia da COVID-19 circularam inúmeras informações incorretas. 

    Exemplo de fake news que circulou durante a pandemia:

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: E-Farsas.

     No início de 2020, circulou nas redes sociais uma foto que mostrava um caixão vazio sendo enterrado, para causar a impressão de que muitos óbitos causados pela Covid-19, eram invenções da mídia e que os dados em relação aos óbitos estavam sendo alterados a fim de gerar caos na população. Contudo, a informação não era verdadeira, realmente ocorreram alguns sepultamentos de caixões vazios, mas o fato ocorreu em 2017, em um golpe aplicado para conseguir seguro de vida na cidade de São Carlos/SP. A imagem que se compartilhava nas redes não tinha qualquer relação com a pandemia da Covid-19, que de fato vitimou milhares de pessoas em todo o país.

Link contendo a imagem citada:

https://piaui.folha.uol.com.br/lupa/wp-content/uploads/2020/04/caixao-vazio-amazonas-covid-19.jpg 

 

     Além disso, diversos medicamentos e receitas milagrosas contra o coronavírus circularam nas redes, trazendo desinformação e confusão para todos. As manchetes eram variadas, desde óleo consagrado, gargarejo com sal e água morna, além é claro, das medicações sem eficácia comprovada. Uma verdadeira pandemia de desinformação fez com que muita gente desacreditasse na ciência, ignorando métodos de prevenção cientificamente comprovados, consequentemente, aumentando a lista de internamentos e óbitos. 

     No link a seguir, você encontra imagens do "Kit Covid-19", constituído de azitromicina, ivermectina, cloroquina e dipirona. Esses kits foram distribuídos nas cidades, sob aprovação das secretarias de saúde, apesar da eficácia de medicamentos como a cloroquina não ter sido comprovada. Na época, redes como o G1 fizeram matérias questionando tais ações e colocando em pauta as consequências desses medicamentos, se usados de forma indevida. 

https://www.e-farsas.com/kit-covid-19-para-combater-o-novo-coronavirus-e-verdadeiro-ou-falso.html 

     Para agravar ainda mais a situação, a velocidade e capacidade de disseminação das fake news  são muito maiores que as do "desmentido". O escritor americano Mark Twain diz que: “uma mentira pode dar a volta ao mundo no mesmo tempo que a verdade leva para calçar seus sapatos”. Essa citação demonstra bem a facilidade e velocidade com que as mentiras são disseminadas, diferentemente das notícias verdadeiras. Nesse aspecto, a jornalista coautora do livro “Como não ser enganado pelas fake news”, afirma que temos uma facilidade de propagar a desinformação, dados mostram que notícias falsas têm 70% mais chances de serem propagadas do que notícias verdadeiras.

     É inquestionável que desde que a humanidade iniciou o processo de comunicação, poderia já apresentar no ato de transmitir uma notícia alguma forma de desinformação, aumentando ou distorcendo os fatos, com o intuito de transmitir uma ideia, muitas vezes, não verdadeira, mas que se mostrava conveniente para o transmissor. Ao longo da história, alguns casos de fake news se tornaram conhecidos. Você acha que inventar mentiras sobre o opositor nas eleições é um fato novo? 

 

     Recentemente, nas eleições de 2018, o então candidato à presidência Jair Bolsonaro em entrevista ao Jornal Nacional mostrou o livro “Aparelho Sexual e Cia”, alegando que o livro era parte do chamado “kit gay”, que segundo o candidato era distribuído nas escolas durante governos de oposição.  A afirmação era mentirosa, contudo, foi disseminada em rede nacional.

Por que as pessoas acreditam e disseminam mentiras?

     Hélio Schwartsman, filósofo e jornalista, diz que parte do problema é a nossa natureza humana. Segundo o filósofo, "nossos cérebros têm uma perigosa inclinação por acreditar naquilo que nossos sentimentos dizem que está certo e evitam o trabalho de conferir a veracidade das teses de que gostamos”.

     Schwartsman  ainda cita mais duas causas que geram tantas vítimas de informações falsas. Primeiro, instituições tidas como formadoras de consensos (escolas, ciência, Justiça e mídia) vêm sendo alvos de desconfiança. Somado a isso, cada vez mais gente se informa através de algoritmos, que em vez de nos expor ao contraditório e formar um pensamento crítico, nos bombardeiam com as versões que já estávamos mais dispostos a acreditar.

     

      As redes sociais acentuam esse problema por meio do chamado "efeito bolha". Segundo o professor de Políticas Públicas da USP e coordenador do Monitor do Debate Político no Meio Digital desta universidade,  Pablo Ortellado, “as redes sociais são organizadas de maneira que o seu newsfeed  privilegia pessoas que pensam como você. O algoritmo do Facebook seleciona pessoas que pensam mais como você porque sabe que se ele expuser pessoas que pensam diferente de você, ele te afasta da ferramenta. Isso faz com que você fique sempre falando com pessoas próximas de você, o que termina acentuando as convicções que você já tem”.

 

     Outra característica da era da pós-verdade, é a ideia de realidade binária, onde parece existir apenas o bem e o mal, o certo e o errado. Esse é o cenário perfeito para a produção e disseminação de fake news. A polarização existente no Brasil, sobretudo, desde as eleições de 2018 é um terreno fértil para os interessados em propagar mentiras na sociedade. O jornalista Leonardo Sakamoto, no seu livro O que aprendi sendo xingado na internet, explica o comportamento da população. Ele fala que ao ler qualquer notícia, o maior objetivo não é buscar a informação, mas sim, um embasamento para que a opinião pessoal seja a certa em detrimento das contrárias. O jornalista explica que "ao serem apresentadas duas versões do mesmo fato ao leitor, não importa que uma delas esteja muito mais embasada que a outra, a grande maioria das pessoas tende a dar preferência a que esteja corroborando com a sua ideia de mundo”. 

O que as redes sociais estão fazendo
para combater as fake news?

 

     Todos sabemos que hoje em dia, as redes sociais são um terreno fértil para a disseminação de informações falsas, as famosas fake news. Após sofrer uma forte pressão vinda por parte da comunidade científica e da população em geral, algumas redes sociais estão implementando políticas de combate à essas desinformações, para tentar diminuir os questionamentos e os danos à imagem de suas respectivas marcas. 

     Theodor Adorno já dizia que não existe liberdade sem segurança, que até o lazer tem manipulação. Partindo dessa máxima podemos concluir que, quando há intenções escusas, também não há liberdade. Este caso se aplica ao recente ocorrido com o aplicativo Telegram. No início do ano de 2022, a Justiça Eleitoral estudou a suspensão da ferramenta, uma medida bastante drástica que só se aplica caso a empresa seja omissa na resposta de ordens judiciais.

     Segundo a pesquisa de 2021, da Panorama Mobile Time/Opinion Boxm que pesquisa hábitos dos brasileiros no consumo de conteúdos e serviços móveis, cerca de 60% dos smartphones brasileiros tinham o Telegram instalado. O aplicativo WhatsApp, que está presente em 99% dos celulares brasileiros, é usado todos os dias por 86% deles. Esses aplicativos representam a principal forma de comunicação na atividade comercial de grande parte da população. Seria justo banir, sem aviso prévio, essa ferramenta de trabalho do cidadão? Seria isso uma forma de censura?

     Em 2016, tivemos ainda o caso de uma suspensão judicial do aplicativo WhatsApp por 72 horas, por não cumprimento de ordem judicial em uma investigação sobre tráfico de drogas. Mas será que a suspensão do meio de comunicação entre as pessoas é a melhor alternativa para barrar a propagação de informações mentirosas? 

 

     Pensando em uma solução alternativa ao problema, o Twitter liberou em janeiro de 2021, após sofrer pressão de usuários, um “botão de denúncia”, para que os usuários possam denunciar fake news. À época, o Twitter apontou como mentirosa uma informação postada pelo Ministério da Saúde sobre o protocolo de tratamento precoce. A plataforma também aumentou o combate as "contas automatizadas", mais conhecidas como "bot´s", os famigerados robôs.

     Já o Google, criou um braço voltado ao jornalismo, chamado Google Notícias, que realiza projetos de estímulo ao jornalismo de qualidade, como financiamento de projetos e cursos. Em março deste ano, a empresa anunciou a destinação de R$1,12 bilhão nessa frente. Além desta ferramenta, o Google também inseriu em sua plataforma, uma ferramenta chamada “avaliadores de qualidade”, com indicadores que são lidos para que a ferramenta de busca não disponibilize o conteúdo enganoso.

     Por sua vez, o Facebook chegou a ser investigado pelo Congresso americano, devido ao escândalo dos vazamentos de dados de mais de 87 milhões de usuários da rede social e uma possível interferência nas eleições americanas. O presidente e dono da empresa, Mark Zuckerberg, teve de ir ao Congresso prestar depoimento sobre o caso.

 

     Após esse episódio, o Facebook passou a anunciar uma série de medidas para reduzir a circulação dessas fake news em sua plataforma. A principal delas foi a realização de um acordo com agências de checagem de fatos do mundo inteiro para averiguar a veracidade das publicações. Aqui no Brasil, agências como Lupa, Aos Fatos e France Press são empresas parceiras no acordo. 

Como não cair em fake news?

1. Quando se deparar com algum termo que causa estranhamento, pesquise. Jogue no google o termo para verificar se aquela notícia realmente é verdadeira. Se falsa, questione quem enviou, pergunte a origem e o alerte para as mentiras contidas naquela informação. 

2. Desconfie de termos como “absurdo” e “compartilhe”, matérias muito chamativas e sensacionalistas têm maiores chances de serem mentiras. Te causou muita raiva ou muita felicidade? Desconfie!

3. Sempre olhe a data da notícia, muitas notícias não são falsas, mas são antigas e tiradas de contexto de propósito.

4. Pesquise a fonte e a autoria do texto, é uma pessoa qualificada para tratar daquele assunto?

5. Textos com muitos erros de português, como grafia e concordância possuem maior probalidade de serem falsos.  

6. Procure se informar através dos principais profissionais do jornalismo e de checagem.

7. Alerte seus amigos e familiares sempre que verificar que uma notícia falsa está sendo compartilhada.

     Um site de checagem de fatos consiste em um site responsável por averiguar a veracidade de notícias e informações. Geralmente você pode encontrar nessas plataformas notícias que estejam sendo muito propagadas e comentadas. Lá você terá acesso a uma reportagem feita por jornalistas que terão pesquisado a veracidade das informações.

     Acesse os sites checadores! Todas as pessoas estão susceptíveis a cair em fake news, por isso a importância de checar a informação, principalmente antes de enviar ou falar para mais alguém. 

     Veja alguns links do sites de checagem mais utilizados:

     https://www.aosfatos.org/

 

     https://g1.globo.com/fato-ou-fake/

 

     https://piaui.folha.uol.com.br/lupa/

 

     https://checamos.afp.com/

 

     https://projetocomprova.com.br/

 

     https://www.factcheck.org/ 

Você sabe o que é um site de checagem de fatos?

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Nós do Me Diz a Verdade realizamos uma pequena pesquisa sobre fake news com conhecidos e familiares, a pesquisa tem respostas de 100 pessoas, apenas para dar um exemplo, as respostas da pesquisa se encontram a seguir.

CONTATO

R. Antônio Dib Mussi - Centro, Florianópolis - SC, 88010-400, Brasil

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